Almas pares!

Posted in Uncategorized on 16 de abril de 2016 by divieira08

almas pares

 

Existem almas pares

Almas que ao se olharem,

Se completam.

Almas irmãs que ao se encontrarem,

Festejam e se afagam, se felicitam!

São almas que se percebem por afinidade,

Almas gotejadas pela mesma essência

Almas não iguais, mas similares,

Almas pares,

Almas irmãs,

E são centenas, milhares!

Milhares de almas que se procuram com calma,

Nessa vida, nos olhares, nos sorrisos,

Pelo que falam,

Pelos perfumes que exalam em sua existência,

Pelas flores que cultivam.

Pelos jardins que conservam

Almas pares, similares,

São dezenas, são centenas,

São de todas as cores,

São milhares!

 

Di vieira

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Toque das mãos.

Posted in Uncategorized on 14 de abril de 2016 by divieira08

mao+flor

Não sei como as pessoas se apaixonam.

Talvez num toque das mãos,

Talvez num encontro de olhar,

Num tom de voz, num sussurrar.

Talvez num beijo terno sob a luz do luar.

Não sei como as pessoas se apaixonam,

Mas sei como começam a amar!

É quando a alma se revela atraída,

Por alguém que nunca viu na vida,

E fica terno, quase bobo,

Amar, é quando a beleza interior,

Desperta no outro, admiração.

Amar, é quando fala mais alto o carinho,

Quando o sexo, nunca está sozinho,

Ele tudo complementa!

É respirar junto, no mesmo compasso,

É mergulhar no infinito dum abraço,

E ter todo o poder naquele momento,

É deixar fluir o sentimento

Que  uma canção faz despertar!

Amar,

É ser feliz sob a luz de mil estrelas,

No ponto exato do prazer,

Onde almas opostas se encontram,

E fazem o milagre acontecer!

Di Vieira

 

Tá dominado!!!

Posted in Uncategorized on 14 de abril de 2016 by divieira08

GOOGLE

Borrando a história singela

A donzela, a senhorita,

Tão bela quanto besta fera,

Tão modesta quanto vaidosa.

Tão moderna, tão cheia de estilo,

Gritando é isso ou aquilo, sem terceiras opções,

Usando falsos preceitos ,

Aceitos por instituições,

Onde dorme a velha e tirana senhora das noites escuras.

E eis que ressurge ela,

Nua e crua como sempre fora,

Sob um véu contemporâneo,

Afetando a todos,

indignando o agrupamento.

E o céu fica cinzento, o chão bem encarnado.

É como diz o velho ditado,

“A corda amarrada na cama,

Arrebenta para o lado mais fraco!”

O lado que sempre leva a  culpa,

O lado que sempre limpa a lama!

Di Vieira

Queria ter asas

Posted in Uncategorized on 29 de novembro de 2015 by divieira08

sono

Onde moram as aves que voam livres,

Sem dono?

Que preocupação lhes tira o sono?

Quais problemas lhes causam estresse?

Dou mil reais

Por pensamento que algum dia,

Tenha lhes tirado a paz!

Queria eu voar entre o céu e a terra,

Sobre cachoeiras e vulcões,

Desafiando ventos contrários,

Indo embora com os aviões.

Ah como eu queria voar com as aves!

Ver em quais árvores fazem ninhos,

Em quais pedras possuem casas.

Queria ter asas!

Criar filhotes, ensinar, educar,

Viajar em bandos,

Saber o que fazer a cada estação,

Ir pra bem longe dessa poluição.

Viver no ar,

Completamente Livre!

Voar por onde ninguém jamais voou,

E ser feliz assim!

Serenidade

Posted in Uncategorized on 28 de novembro de 2015 by divieira08

rio

 

Agora sou feliz!

Subi o monte onde as luzes se espalham,

Onde as estrelas mágicas fazem seus ninhos,

Onde os sentimentos que valem a pena,

São imortais!

Corro para o morro,

Onde minha alma cheia de paz repousará.

Onde ninguém ousará destruir minha calma

Onde os ecos das almas terão voz.

Onde todos os sentidos, estarão atentos dentro de nós!

Entro,

 E na surpreendente assembleia na casa dos ventos,

 Grito:

Sou feliz!

Sou feliz, e é isso que importa!

Mas por favor não insista!

Não darei entrevista,nem farei palestra!

Hoje, o que eu quero, o que me resta,

É a canção dos pássaros,

O sossego dos lagos

O silencio da noite,

Quando está prestes o raiar do dia!

Transponho-me esperançosa a porta,

Admirando a luminosa galeria dos suspiros gelados,

Encontrei enfim,

A extraordinária mansão do sossego,

Onde não há mais perdas,

Não há mais dores,

Não há mais medo!

 

Di Vieira

Esperança

Posted in Uncategorized on 11 de junho de 2015 by divieira08

love

Me perdoe a idade,

A saudade dos velhos tempos,

Perdoe a falta de jeito pra contar história,

Perdoe a memória, ora sim, ora não,

Perdoe a emoção de rever velhos amigos,

Perdoe o sorriso nascendo no rosto,

Perdoe a emoção descontrolada,

O brilho nos olhos ao te ver de novo!

Perdoe a falta danada que senti de você,

Quando você nem pediu!

Perdoe esse corpo, que fica em festa,

Sempre que te vê.

Perdoe o desejo que ainda resta na velha carcaça,

Inesgotável, apesar de tantos anos,

Perdoe essa mágica alegria,

Que ainda sorri, feito uma criança,

Perdoe o que resta de esperança,

De ainda ser feliz!

Di Vieira

LUZ

Posted in Uncategorized with tags , , , , on 1 de maio de 2014 by divieira08

perdão

Sou luz,
Quando sinto a suavidade
Do teu olhar em mim.
                                          Sou assim, porque te sinto,                                          

Te gosto!

Vivo o dia por aí,
Clareando um pouco aqui,
Um pouco acolá.
Resplandecendo!

Mas sou noite,
Quando anoitece
Tristeza,
Quando me esqueces!
E entardecer,
Quando foges de mim!

Fico assim.
Como se perdesse o viço,
Quando sem compromisso,
Me mandas embora.
Nessa hora,
Parece realmente ser meu fim!

Mas se mesmo distante,
As mãos me abana,
Me chama, me olha,
Recobro os sentidos,
Deslembro de tudo,
Fico até sem fala!

 Com o peito em brasa,                    

 Minha voz se cala,

Volto pra casa, 

Desdenhando a maldade,
E quem faz o mal.
Vestindo a felicidade
Guardada no armário.
Desde o carnaval.

Mergulho eu outra vez,
Nos bons sentimentos,
Desse amor que até o momento,
Foi quase perfeito.

E antes que o brilho acabe,
Antes que eu desapareça.
Ou você de novo me esqueça,
Quero ser luz,
Brilhar contigo,
Muito!
Brilhar contigo,
Sempre,
Que puder, que der,
Até que simplesmente
Dentro de nós,
Tudo se apague!

Di Vieira